GRUPO ESPECIAL, GRUPOS DE ACESSO E BLOCOS DA CAPITAL FLUMINENSE

Mocidade apresenta enredo 2011

A Cidade do Samba foi o palco para a bela festa de apresentação do enredo que a Mocidade Independente de Padre Miguel levará para a avenida em 2011. O autor do enredo e carnavalesco Cid Carvalho (foto) mostrou-se muito animado, exaltou a força da escola e prometeu que verde branco de Padre Miguel a brilhar em 2011.








A festa começou com um belíssimo show da Velha Guarda, que emocionou o publico cantando sambas antológicos como: Apoteose ao samba, Rapsódia da saudade, Festa do divino (seu 1° samba de enredo), Menininha do Gantóis, Descobrimento do Brasil (1° título da escola), Ziriguidum 2001, entre outros.




Sua escola de samba mirim Estrelinha da Mocidade foi uns dos destaques da noite. O casal de Mestre-sala e Porta bandeira, Jefinho e Paloma (foto), arrancou aplausos do publico.







A Estrelinha cantará em 2011, na Sapucaí, o enredo “O grande Circo Místico”, uma reedição do tema que a escola-mãe apresentou na Sapucaí em 2002. Levi Cintra e Ricardo Dias, o “Rick” (foto), ficarão responsáveis pelas criações.








O Presidente da Mocidade Paulo Vianna homenageou o Presidente da LIESA Jorge Castanheira, Chiquinho da Mangueira (secretario) e a Senadora Kátia Abreu, que entusiasmada, disse ser “Pé quente”, e que Mocidade será campeã em 2011.






A atriz Thatiana Pagung foi coroada como rainha de bateria pelo 5º ano consecutivo. Ela recebeu a coroa do presidente da agremiação e a faixa do Mestre de bateria Bereco. A bela e simpatica Thatiana Pagung (foto) mostrou-se apaixonada pela Mocidade, declarando amor eterno à escola. Além de receber carinho da comunidade, foi reverenciada pela sua Bateria nota10 ao som de “Salve a Mocidade”.





A festa encerrou com show da bateria, apresentação do casal de Mestre Sala Fabrício Pires e Porta Bandeira Cristiane Caldas (foto), show das baianas, passistas e destaques, comandados pelos intérpretes Nego e David do Pandeiro. O sorriso da Porta bandeira Cris Caldas foi o resumo de um belo espetáculo da noite.















Sinopse do enredo da Mocidade 2011



“Parábola dos Divinos Semeadores”.

Uma estrela incandescente brilhou no horizonte primitivo e espalhando luz e calor fez a vida explodir em cores e fartura. O homem, enfim, se libertou das cavernas e festejou.

As forças da natureza foram transformadas em deuses e as respostas para o desconhecido eram encontradas pelos feiticeiros primitivos nos raios e trovões, nas águas, nas matas e nos mistérios da terra.

De caçadores coletores até se tornarem semeadores, nossos ancestrais atravessaram um longo caminho, muitas vezes marcado por pedras e espinhos.

À medida que a agricultura e a criação se estabeleceram as plantas das quais dependiam homens e animais para se alimentar tornam-se crucialmente importantes e os ciclos Da natureza passaram a ser fator dominante e foco de atenção mágica e religiosa.

O plantio e a colheita se transformaram nos grandes acontecimentos do ano e eram celebrados com festivais e ritos que pretendiam assegurar um bom resultado.

Foi através desta reverência à natureza que o homem começou a entrar no reino da utopia através das comemorações: no momento da festa se desligava das coisas ruins como o inverno e as enchentes, que concretamente, tinham ido embora e saudava o que lhe parecia um bem, como a chegada da primavera e o nascer do sol, com danças e cânticos, em torno das fogueiras, para espantar os espíritos do mal e as forças negativas que prejudicavam o plantio.

Em uma deliciosa viagem através destas festas, rituais e celebrações em louvor aos deuses da agricultura e que depois foram abraçadas e remodeladas pelo catolicismo, encontramos a origem, a raiz da frondosa árvore que é o carnaval do Rio de Janeiro.

E é no templo sagrado dos desfiles das escolas de samba que vamos relembrar em ritmo de comemoração as nossas origens agrárias e agrícolas, afinal festejar é o que fazemos melhor.

Louvadas sejam os divinos semeadores do carnaval!

Viva a folia!

Parábola dos Divinos Semeadores

A primeira semente: depois do degelo, eis que surge o caminho.

Em um tempo muito distante, grande parte das sagradas terras africanas encontravam-se sob o domínio do frio. Um império branco e gelado que matinha o homem primitivo praticamente prisioneiro das cavernas.

Certa manhã, uma estrela incandescente reluziu intensamente no horizonte; um forte clarão cortou o nevoeiro e espalhou-se pela palidez da paisagem, anunciando um deslumbrante espetáculo de luz e calor. Aos poucos, o branco do gelo e da neve foi sendo matizado pelo verde da vegetação, que surgia vigorosa. Assim, nossos ancestrais saíram da toca e festejaram.

A vida explodiu em cores e fartura. Plantas de todos os tipos, diversas espécies de frutas e animais variados passaram a dominar o cenário renovado. O poder dos raios e trovões, os mistérios das águas e da terra e os segredos das matas passaram a ser reverenciados por guias espirituais escolhidos entre os mais sábios de cada tribo. Nas celebrações, esses feiticeiros cantavam e dançavam enfeitados com folhas e máscaras em torno de fogueiras para afastar os maus espíritos e garantir as boas colheitas.

De festa em festa e de ritual em ritual, o homem evoluiu e descobriu o milagre da vida contido no interior dos grãos e sementes que se manifestavam quando estes alcançavam o solo.

Ao se tornar, então, semeador, o homem criou raiz e se fixou na terra.

A segunda semente: sobre pedras pagãs, ergueram-se templos de adoração.

As cavernas geladas, cada vez mais, faziam parte do passado e os campos, agora cultivados, sinalizavam um mundo em transformação.

Grandiosas civilizações floresceram, templos de pedra e magníficos palácios foram construídos; rituais de sacrifício e cânticos de louvor ecoaram em celebração à fertilidade da terra.

Deuses da agricultura e animais sagrados se juntaram aos deuses dos raios e trovões, das águas, da terra e das matas consolidando um poderoso panteão agrícola que atravessaria as fronteiras do tempo e do espaço nos lombos de camelos e cavalos.

No antigo Egito, tochas e incensos impregnavam de magia os grandiosos banquetes em honra à deusa Ísis, senhora da agricultura, enquanto majestosos cortejos reverenciavam o Boi Ápis.

Na Grécia, alegres festivais de músicas, danças sensuais e farta distribuição de vinho embalavam as festividades em homenagem a Dionísio, deus protetor das parreiras, e eram marcadas por uma deliciosa inversão de papéis: o miserável se vestia de rei e machos reconhecidos se fantasiavam de fêmeas.

Em Roma pagã, as festas da primavera anunciavam as Saturnálias em homenagem ao deus italiano da agricultura e, num momento de grande euforia, Saturno era saudado calorosamente pelo povo. Na ocasião, a cidade com as ruas ricamente decoradas com flores, era governada por um rei escolhido entre os pobres e, do alto de seu "carro naval", Momo, o soberano da alegria, comandava a farra que não tinha hora para acabar.

A terceira semente: a festança é sufocada pelos espinhos de uma nova religião.

Espremida entre as celebrações pagãs, surge em Roma uma nova religião.

Enquanto pregava a fraternidade, o Catolicismo logo tentou sufocar as origens dessas manifestações e, aos poucos, os festejos vão sendo modificados.

Dessa maneira, o dia dedicado às comemorações da Saturnália passou a determinar o nascimento de Jesus em um estábulo cercado por bois, ovelhas e pastores, em uma cena tipicamente agrícola.

O pão e o vinho, símbolos dos rituais e festas pagãs, foram transformados no corpo de ostensório dourado e foi colocado nas cabeças das imagens dos mártires católicos.

Subjugada pelo clero romano, a "ritualística primitiva" foi transformada em uma celebração marcada por banhos de cheiro, fantasias e desfiles alegóricos.

Ao incorporar personagens da Comédia Dell' art, o novo formato acabou por conquistar as cidades de Nice, Roma e Veneza e invadiu os salões da nobreza com seus requintados bailes de máscaras.

Nascia, assim, o "carnevalle", comemorado nos dias que antecediam a Quaresma e que, feito sementes sopradas pelo vento, espalhou-se pelos quatro cantos do mundo.

A quarta semente: “... e nesta boa terra, cresceu e produziu a cento por um".

No Brasil, essas divinas sementes encontraram solo fértil e abençoado. Lançadas aos diversos recantos do nosso torrão, rapidamente germinaram e se multiplicaram, dando frutos com características próprias.

De Norte a Sul desta nação, virou manifestação popular.

O boi que veio de tão longe, lá do Norte, também se tornou sagrado: "é boi Ápis pra lá, é bumba-meu-boi, meu boi-bumbá pra cá".

No Nordeste, a festa do deus Sol se transformou em festa de São João e a comilança não pode faltar: tem milho assado, tem arroz doce, garapa de cana, um bom cafezinho e fogueira acesa "pra" esquentar.

Tem festa da uva nos Pampas e cavalhadas no Cerrado; mas, foi aqui no Rio de Janeiro que a mais beca e formosa das sementes encontrou o seu lugar. Misturando as festas e celebrações que vieram da Europa com a magia que desembarcou com os negros africanos, criamos o nosso próprio ritual. Cantando, dançando e batucando com alegria sem igual, acrescentamos tempero à festança, reinventamos o carnaval.

Hoje, celebramos o nosso passado agrário e agrícola enquanto festejamos o nosso presente como o maior espetáculo Da Terra e, quando esse t al de futuro chegar e a folia for levada "pro" espaço sideral, estará, na verdade, voltando ao início, encontrando-se com o próprio passado e fechando um ciclo.

Afinal, vale lembrar que tudo começou com o brilho incandescente de uma estrela que derreteu a neve e fez a folia começar.

Viva o carnaval!

Cid Carvalho.

Organograma

Setor 1 - As Geleiras

Alegoria 2 - As Forças da Natureza

Setor 2 - A Segunda Semente: sobre pedras pagãs ergueram-se templos de adoração

Alegoria 3 - Egito

Alegoria 4 - Grécia e Roma

Setor 3 - A Terceira Semente: a festança é sufocada pelos espinhos de uma nova religião

Alegoria 5 - Igreja

Alegoria 6 - Baile de Máscaras

Setor 4 - A Quarta Semente: "... e nesta boa terra, cresceu e produziu a cento por um”

Alegoria 7 - Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste

Alegoria 8 - Rio de Janeiro



Ps: Neste domingo dia 30/05 às 16hsna quadra da escola, entrega e explicação da sinopse para os compositores.

Fotos: Anderson Canela -Na cadência da bateria
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Na Cadência da Bateria
O carnaval do povo

Escolas mirins reeditam sambas

Inocentes da Caprichosos - "Xuxa e seu reino encantado no Carnaval da imaginação", de 2004;

Tijuquinha do Borel - O Dono da Terra", de 1999;

Corações Unidos do Ciep - "Domingo", União da Ilha de 1977;

Infantes do Lins - "Chico Mendes, o Arauto da Natureza", de 1991;

Miúda da Cabuçu - "O mundo mágico dos Trapalhões", de 1988;

Estreliha da Mocidade - " O grande circo místico", de 2002;

Mel do Futuro - "Mais vale um jegue que me carregue do que um camelo que derrube... lá no Ceará", Imperatriz de 1995

Ainda Existem Crianças na Vila Kennedy - Das maravilhas do mar, fez-se o resplendor de uma noite", Portela de 1981;

Herdeiros da Vila - Muito prazer! Isabel de Bragança ou Drumond Rosa da Silva, mas pode me chamar de Vila", 1994;

Mangueira do Amanhã - 'Atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu", de 1994;

Império do Futuro - Alô, alô, taí Carmem Miranda", de 1972;

Golfinhos da Guanabara - Sertões - Em Cima da Hora de 1976;

Nova Geração do Estácio de Sá - Paulicéia Desvairada, 70 anos de modernismo no Brasil", de 1992.


Foto: Divulgação

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Na Cadência da Bateria
O carnaval do povo

Sossego leva o Sol para a avenida

A formação do império celestial do Rei Sol, sua vinda para a Terra, encarnado como divindade de povos da antiguidade, sua soberania sobre os equinócios e solstícios nas estações do ano e como ele ainda é cultuado à nossa moda nos dias atuais, serão alguns dos aspectos que o enredo da Sossego abordará na avenida Marquês de Sapucaí em 2011. Segundo o autor do enredo, o designer de carnaval Fabianno Santana, será um tema envolto a encantos, magias e lendas em torno do Sol, com uma história diferente sobre a mais importante estrela do nosso sistema solar. “O enredo traz uma temática vivaz e intensa, oferecendo a oportunidade de um samba-enredo contagiante e quente. Esperamos montar na avenida uma teatralização alegre e muito agradável aos foliões, com tudo o que povo gosta de ver: Luxo, colorido, criativo e empolgante”, complementa Fabianno.

A Azul e Branco de Niterói, que vai desfilar na terça-feira gorda pelo grupo RJ1, antigo grupo B, realiza o ato simbólico de lançamento do enredo, com toda sua diretoria, no dia 29 de maio quando haverá o encontro do recém contratado mestre Dinho com sua bateria. O evento começa às 14h no Clube dos Pioneiros, bairro Vital Brasil, em Niterói.


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Na Cadência da Bateria
O carnaval do povo

Escolas cariocas definem enredos para 2011

Das agremiaçãoes filiadas à Liga das Escolas de Samba do Grupo A e à Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, 18 já definiram seus enredos. Só na última semana a Alegria da Zona Sul, filiada à Lesga, e mais seis escolas filiadas à Aescrj divulgaram os temas para o próximo carnaval.

Na Unidos de Padre Miguel, rebaixada para o grupo RJ1 da Aescrj, o enredo para 2011, foi anunciado no último domingo, após a reeleição de Madrugada como presidente da agremiação, durante a feijoada da escola. A vermelho e branca da zona oeste aposta em Tia Ciata para retornar ao grupo A em 2012, no enredo "Hilária Batista de Almeida", nome completo da mulher que promovia em sua casa encontros de bambas, que acabaram compondo o primeiro samba da história: Pelo Telefone. O enredo será desenvolvido pelos carnavalescos Edward e Marcus Ferreira. Durante o evento que marcou o anúncio do enredo, comentava-se que Wander Pires poderia assumir o primeiro microfone da escola. Porém o cantor recém desligado da Viradouro pode comandar o carro de som de outra escola de Padre Miguel: a Mocidade Independente.

Pelo grupo RJ2 (antigo grupo C), que desfila no domingo de carnaval na Avenida Intendente Magalhães, Rosa de Ouro e Acadêmicos do Engenho da Rainha também definiram seus enredos. Na amarelo e ouro de Osvaldo Cruz, os carnavalescos Humberto Abrantes e Rogério Lima criaram o tema "A chave do mistério" onde abordarão variadas formas de magias. Já a Engenho da Rainha aposta numa homenagem à Portela para fazer bonito em Campinho. "De Paulo da Portela à Nilo Figueiredo.. . Essa é a história da escola de samba mais brasileira, fazendo o vôo com a Águia Altaneira!", é o título do enredo que será desenvolvido pelo carnavalesco Wenderson Silva.

A Mocidade Unida do Dona Marta foi mais uma escola que definiu esta semana seu enredo para o Carnaval 2011. A azul e branco que desfila pelo grupo RJ3 (antigo grupo D) vai fazer uma homenagem ao seu bairro de origem com o tema "Um brinde ao bicentenário do bairro de Botafogo", a ser desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Kinaler.

Afastada dos desfiles há dois anos a União de Guaratiba foi autorizada pela Aescrj a retornar neste ano desfilando pelo grupo RJ4 (antigo grupo E). Para celebrar sua volta aos desfiles oficiais, a União não quer apresentar uma grande tese, mas sim um tema simples e palco de muitas celebrações: o hábito de comer com prazer "Nessas andanças, não me canso de encher a pança", a ser desenvolvido pelo carnavalesco Raphael Heide.

Avaliada pela Aescrj no carnaval 2010, a Chatuba de Mesquita, foi aprovada e marcará sua entrada nos desfiles oficiais com o enredo “Do calor do carnaval, a Chatuba traz uma delícia glacial”, dos carnavalescos Lino Sales, Alexandre Costa e Marcos Durval.

Mais uma vez desfilando pelo grupo A, a Alegria da Zona Sul, levará para a avenida o enredo "Os Doze Obás de Xangô", tema de autoria do departamento de carnaval da agremiação a ser desenvolvido pelo carnavalesco Lane Santana.
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Na Cadência da Bateria
O carnaval do povo

Fotos da apresentação de Mestre Dinho
























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Fotos: Divulgação
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Na Cadência da Bateria
"Carnaval de fevereiro a fevereiro"

Viradouro em situação difícil

Após ser rebaixada para o Grupo A, depois de brilhar por vinte anos entre as escolas de Grupo Especial, a Viradouro volta a ser o foco das atenções no Carnaval. Ao longo da semana, várias reuniões entre diretoria e comunidade estão marcadas para tentar organizar uma articulação de trabalho com vistas ao Carnaval de 2011. O presidente Marco Lira e principais colaboradores estão sofrendo pressões da comunidade e uma das possibilidades cogitadas é a saída do atual presidente. Se os atuais dirigentes deixarem a escola, existe a possibilidade da modelo Luma de Oliveira(foto) assumir o posto até a escolha de um novo nome. Se houver mudanças na atual diretoria, o caberá ao Conselho Deliberativo, composto por membros mais antigos, convocar eleições e escolher os novos dirigentes. A direção da Viradouro já havia articulado todas as mudanças nas atividades em função do rebaixamento. Houve um acordo e a escola acabou recebedo autorização da Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso (Lesga) para ocupar o barracão da União da Ilha, que se manteve no Grupo Especial ao ficar com a décima primeira colocação.

O atual presidente está na Viradouro desde 2004, quando passou a ocupar a vice-diretoria administrativa. Com a morte do presidente José Carlos Monassa, em 2005, Lira (foto) foi escolhido para dar continuidade ao trabalho administrativo na escola. A melhor colocação da Viradouro veio em 2007, um terceiro lugar, com o enredo A "Viradouro Vira o Jogo", de Paulo Barros. Em maio de 2008, Lira foi reeleito. Antes da eleição, Luma de Oliveira chegou a formar uma chapa para concorrer, mais acabou desistindo. Seu nome não é unanimidade entre os mais antigos membros da vermelha e branca. A direção da escola deverá anunciar nesta terça-feira um pronunciamento sobre a situação através da assessoria de Imprensa.


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Na Cadência da Bateria
"Carnaval de fevereiro a fevereiro"

Programação do Trem

A programação musical na Central do Brasil começa às 16h, com abertura da bateria comandada por Mestre Faísca, seguido por Marquinhos de Oswaldo Cruz, às 17h, Velha Guarda da Portela, às 17h30, Velha Guarda do Império Serrano, às 17h50, Velha Guarda da Mangueira, às 18h10 e Velha Guarda do Salgueiro, às 18h30. As apresentações servirão para esquentar o público enquanto aguarda a saída do primeiro trem, marcado para às 19h15. Os demais trens partem com intervalos de 30 minutos.

Quem for conferir às apresentações pode trocar seu 1kg de alimento por tickets na bilheteria da Central do Brasil. Os alimentos arrecadados serão doados para o Banco Rio de Alimentos, do programa Fome Zero.

Em Oswaldo Cruz, a festa contará três opções de palco, todos com shows variados, além de inúmeras rodas de samba para festejar a data. E para atender ao público, estimado em 50 mil pessoas, mesmo número do ano passado, também haverá trens para quem quiser voltar à Central do Brasil. O último retorno está previsto para 1h da manhã.

Ida:
Trem 1 (19h15)
Trem 2 (19h45),
Trem 3 (20h15) e
Trem 4 (20h45)

Volta:
Trem 1 (23h)
Trem 2 (23h30)
Trem 3 (00h) e
Trem 4 (01h)


PROGRAMAÇÃO
Pagode do Trem 02 de dezembro de 2009
Local: Central do Brasil, a partir das 16h

Abertura: A companhia “Dançando para não dançar” homenageia Luiz Carlos da Vila e Pixinguinha
Bateria do Mestre Faísca
Marquinhos de Oswaldo Cruz
Velha Guarda da Portela
Velha Guarda do Império Serrano
Velha Guarda da Mangueira
Velha Guarda do Salgueiro
Velha Guarda da Vila Isabel
Nelson Sargento
Wilson Moreira
Walter Alfaiate

Partidas dos trens para Oswaldo Cruz

Primeiro trem – Saída: 19h15 – Plataforma 2A
Vagão 1 – Velha Guarda da Portela e Marquinhos de Oswaldo Cruz
Vagão 2 – Pagoda da Tia Doca
Vagão 3 – Bloco da Cachaça
Vagão 4 – Pagode do Negão da Abolição
Vagão 5 – Grupo Autonomia
Vagão 6 – Clube do Samba
Vagão 7 – Embaixadores da Folia
Vagão 8 – Quilombo

Segundo trem – Saída: 19h45 – Plataforma 2B
Vagão 1 - Velha Guarda do Império Serrano e Ruivão
Vagão 2 - Grupo Roda do Bip
Vagão 3 – Pagode do Nelsinho e da Wilma
Vagão 4 - Bateria do Mestre Faísca
Vagão 5 –Manga Preta
Vagão 6 – Pagode da Tia Ciça

Terceiro Trem – Saída: 20h15 – Plataforma 2A
Vagão 1 – Velha Guarda da Mangueira
Vagão 2 – Velha Guarda do Salgueiro
Vagão 3 – Pagode do Sambola com Democráticos de Guadalupe
Vagão 4 – Bloco Voltar pra Quê? Vagão 5 – Grupo Samba pra Valer
Vagão 6 – Grupo Regente

Quarto Trem – Saída: 20h45 – Plataforma 2B
Vagão 1 – Velha Guarda da Vila Isabel
Vagão 2 – Grupo Parados na Ponte
Vagão 3 – Quizomba
Vagão 4 – Cacique de Ramos
Vagão 5 – Pagode do Renascença
Vagão 6 – Democráticos de Guadalupe
Vagão 7 – Grupo Nossa Arte de Niterói
Vagão 8 – Locomotivas do Samba

SHOWS EM OSWALDO CRUZ

PALCO 1: Rua João Vicente, ao lado da Estação de Oswaldo Cruz – Horário: 19h à 01h · Nem e Pagode da Tia Doca · Marquinhos de Oswaldo Cruz · Délcio Carvalho · Bandeira Brasil · Noca da Portela · Almir Guineto · Marquinhos Diniz

PALCO 2: Rua Átila da Silveira, em Oswaldo Cruz – Horário: 19h à 01h · Partideiros do Cacique · Marquinhos de Oswaldo Cruz · Mauro Diniz · Ernesto Pires · Zé Luiz do Império · Toninho Geraes

PALCO 3: Praça Paulo da Portela, em frente à Portelinha, em Oswaldo Cruz – Horário: 19h à 01h · Grupo Descendo a Serra · Velha Guarda da Portela · Velha Guarda do Império Serrano · Velha Guarda da Mangueira · Velha Guarda do Salgueiro · Velha Guarda da Vila Isabel · Ari do Cavaco · Anderson Paz · Tantinho da Mangueira

RODAS DE SAMBA EM OSWALDO CRUZ (DAS 20H À 01H)

RODA DE SAMBA 01 – Bloco da Cachaça
RODA DE SAMBA 02 – Grupo Manga Preta
RODA DE SAMBA 03 – Grupo Autonomia
RODA DE SAMBA 04 – Quizomba
RODA DE SAMBA 05 – Mestre Faísca
RODA DE SAMBA 06 – Democráticos de Guadalupe
RODA DE SAMBA 07 – Clube do Samba
RODA DE SAMBA 08 – Pagode do Gil com Grupo Parados na Ponte
RODA DE SAMBA 09 – Pagode da Tia Ciça.
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